Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Edição revista e atualizada Depois que seu navio naufraga, Guliver consegue alcançar a terra firme e, exausto, cai num sono profundo. O jovem foi parar numa ilha desconhecida, Lilipute, habitada por gente muito pequena que, ao encontrar aquele invasor gigante, o amarra com cordas temendo pela segurança de seu povo. De início, todos estão confusos e preocupados, mas Guliver demonstra não ser uma ameaça e logo faz amizades, conhece o rei, observa os costumes e os ajudam em várias tarefas. Mas um desentendimento com o rei o faz ter de partir... e Guliver vai parar em Brobdingnag, um país onde agora ele é do tamanho de um inseto. Neste clássico da literatura mundial, Guliver aprende, explora e faz reflexões sobre lugares e povos completamente diferentes, que dão ao náufrago uma nova percepção sobre o comportamento humano. A obra é uma sátira em que a humanidade é vista ora como uma espécie diminuída, ora ampliada e finalmente selvagem, apresentando-nos um reflexo contundente de nós mesmos.
JONATHAN SWIFT (1667–1745), nasceu em Dublin, na Irlanda, filho de pais protestantes anglo-irlandeses. Em 1689, tornou-se secretário do escritor e diplomata Sir William Temple e foi sacerdote na Igreja da Irlanda em 1695. Sua obra As Viagens de Guliver, publicada no ano de 1726 – há quase duzentos anos –, não perdeu o vigor e é continuamente adaptada para TV e indicada nas escolas, e se tornou um dos clássicos da literatura mundial.
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