Como escolher o melhor e-reader: Kindle, Kobo ou tablet?
E-readers revolucionaram a leitura digital, mas as opções são muitas. Kindle ou Kobo? Básico ou premium? Com ou sem luz? Um guia para acertar na escolha.
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Depois do grande apagão, o mundo desabou e a fé virou cárcere Quase nada restou: nem animais, nem cidades, nem luz. Em meio ao frio cortante e ao calor que sufoca, um grupo de mulheres vive isolado na Casa da Irmandade Sagrada, submetido às ordens implacáveis da Irmã Superiora e à presença invisível de uma entidade que todos chamam apenas de Ele. Uma delas decide registrar tudo às escondidas – com tinta roubada, com terra, com o próprio sangue – para que alguém, um dia, descubra o que acontece atrás daqueles muros: rituais, castigos, promessas de iluminação e um terror silencioso que se disfarça de devoção. Mas a chegada de uma nova “indigna”, vinda de um mundo em ruínas, começa a abrir fendas na crença que as mantém submissas. Conforme a amizade entre as duas cresce, também aumenta a dúvida: quem são, de fato, as “Iluminadas”? O que existe por trás das portas proibidas? E por que ninguém lembra do passado antes de entrar ali? A autora do fenômeno Saboroso cadáver retorna com uma distopia arrebatadora sobre fanatismo, violência e sobrevivência – um horror lírico e visceral que desmonta falsas divindades e ilumina, com ferocidade, o poder subversivo da solidariedade. Neste convento tomado pelas sombras, a verdade pode ser a única forma de escapar. Ou a mais perigosa.
Agustina Bazterrica nasceu em Buenos Aires em 1974. Licenciada em Artes pela Universidade de Buenos Aires, é gestora cultural e jurada de diversos concursos literários. É autora dos livros de contos Antes del encuentro feroz e Dezenove garras e um pássaro preto, além dos livros Matar a la niña e Saboroso cadáver, vencedor do Prêmio Clarín de Novela em 2017. Com Saboroso cadáver, Bazterrica se tornou um fenômeno internacional, ultrapassando meio milhão de exemplares vendidos e sendo publicada por algumas das editoras mais prestigiadas da França, Finlândia, Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos e muitos outros países. A obra foi traduzida para mais de vinte e cinco idiomas e recebeu elogios de veículos como The New York Times, The Guardian, The Wall Street Journal, The Washington Post, Le Monde e O Globo.
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