Como escolher o melhor e-reader: Kindle, Kobo ou tablet?
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O livro Arjan Martins apresenta um extenso panorama da trajetória deste pintor carioca. Em sua obra, o artista diáloga com a tradição moderna da pintura ocidental, incorporando um repertório visual e uma narrativa afro-brasileiros. Os rostos de suas figuras negras são muitas vezes borrados de tinta e de pinceladas aflitas e elegantes. Ao mesmo tempo em que remetem a uma identidade rasurada, traduzem esta negação da imagem/identidade com gestos que multiplicam as direções expressivas contidas na forma. As imagens de imigrantes e descendentes africanos são parte fundamental do repertório do artista, mostrando-os em ações cotidianas, e as quais trazem questões eminentes a serem discutidas: herança colonial, identidade étnica, negritude, segregação, invisibilidade. Seus trabalhos percorrem também cartografias, que chegam como elementos significativos do período histórico das navegações. A obra de Arjan Martins já foi apresentada em várias das instituições mais importantes do Brasil, além de ter sido exposta em importantes bienais pelo mundo, como a Bienal de Dakar e a Bienal do Mercosul. “Nem raiz nem rizoma, a linguagem de Arjan Martins é travessia e oceano.” - Paulo Miyada A publicação apresenta mais de 100 obras do artista, além de um ensaio do organizador do livro, Paulo Miyada, hoje curador do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, outro do crítico e historiador de arte Michael Asbury, e ainda uma entrevista feita com o Arjan Martins pela historiadora Raquel Barreto. Sobre Arjan Martins: Nascido no Rio de Janeiro em 1960, onde hoje vive e trabalha, Arjan Martins iniciou seus estudos artísticos na década de 1990 na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Nos últimos anos, participou da residência artística da Rema Hort Mann Foundation, em Nova York, em 2020, onde expôs a obra Desarmado. Em 2019, apresentou uma mostra individual no The Armory Show e participou da coletiva Against Again: Art Under Attack in Brazil, na John Jay College Gallery (CUNY), ambas em Nova York. Em seu currículo acumula os Prêmios PIPA 2018, o Prêmio de Residência Artística na África, promovido pelo Goethe Institut na cidade de Lagos, na Nigéria em 2017 e o Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea, da Funarte em 2015.
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10 páginas por dia
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10 dias
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30 páginas por dia
Nascido no Rio de Janeiro em 1960, onde hoje vive e trabalha, Arjan Martins iniciou seus estudos artísticos na década de 1990 na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Nos últimos anos, participou da residência artística da Rema Hort Mann Foundation, em Nova York, em 2020, onde expôs a obra Desarmado. Em 2019, apresentou uma mostra individual no The Armory Show e participou da coletiva Against Again: Art Under Attack in Brazil, na John Jay College Gallery (CUNY), ambas em Nova York. Em seu currículo acumula os Prêmios PIPA 2018, o Prêmio de Residência Artística na África, promovido pelo Goethe Institut na cidade de Lagos, na Nigéria em 2017 e o Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea, da Funarte em 2015.
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