Os melhores livros de terror para quem quer perder o sono
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A coleção Arte, Trabalho e Ideal propõe uma série de livros de pequeno porte, cada um contemplando a entrevista de um artista renomado em seu campo de atuação, um ensaio crítico de notório conhecedor de sua produção, uma breve biografia, fotos de suas obras mais representativas para o contexto da coleção e de seu trabalho, e uma versão integral do texto em inglês. Neste segundo volume da coleção a artista retratada é a escultora, pintora, gravadora, desenhista, artista intermídias e professora Anna Bella Geiger (Rio de Janeiro/RJ, 1933).
É artista plástica formada pela Fundação Armando Álvares Penteado de São Paulo (Faap). Possui pós-graduação em multimídia na École Supérieure d’Art Visuel de Genebra (Head), Suíça. Sua obra é principalmente voltada à arte pública e contextual desde 1987. O Fiteiro cultural destaca-se dentre suas performances, videoinstalações e trabalhos de web art no Brasil e no exterior. Principais exposições: Mais igual a menos – 18 anos do Fiteiro cultural, Sesc Pompeia, 2017; Biwako Biennal, Japão, 2010; Utopics.11th Swiss Sculpture Exhibition, Suíça, 2009; Mira como se mueven, Fundación Telefónica, Madri e Going Public’05, New Contemporary Art Centre, Larissa, Grécia, 2005; 8ª Bienal de La Havana, Cuba, 2003; além de três participa- ções na Bienal Internacional de São Paulo e uma participação na Bienal do Mercosul, onde foi selecionada para participar da mostra Projetáveis, em 2009. Recebeu também o prêmio da oficina Interactivos?’10: Ciencia de barrio, no MediaLab Prado, Madri, 2010. Desde 1989, dirige o Arquivo Geraldo de Barros e organiza importantes exposições dedicadas ao artista, como a do Ludwig Museum, na Alemanha; nos Sescs Pompeia, Pinheiros e Belenzinho; no Instituto Moreira Salles (IMS); no Musée de l’Elysée, na Suíça; e no MoMA, em Nova York. Organizou os livros Sobras e fotoformas (Cosac Naify, 2006) e Geraldo de Barros: isso (Edições Sesc, 2013) e é autora do livro Aberto [Open]: fiteiro cultural (Edições Sesc, 2017).
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