Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Depois de dez anos da primeira publicação no Brasil, o best-seller internacional de Chimamanda Ngozi Adichie ganha edição comemorativa limitada, com introdução inédita da autora. Bem-humorado, sagaz e implacável, conjugando o melhor dos grandes romances e da crítica social, Americanah é um épico da contemporaneidade. Eleito um dos melhores livros do século XXI pelo The New York Times . “Ser negra na América era me sentir atropelada pelo peso da História e dos estereótipos, saber que a raça sempre era uma razão, causa ou explicação possível para as grandes e pequenas interações que compõem nossas frágeis vidas”, é o que diz Chimamanda Ngozi Adichie na introdução a esta edição de Americanah . Lançado pela primeira vez no Brasil em 2014, o livro logo se destacou com a comovente história de Ifemelu e Obinze, dois jovens apaixonados que, em busca de um futuro melhor fora da Nigéria, tomam rumos diferentes: ela parte para os Estados Unidos, onde, apesar do seu sucesso social e acadêmico, é forçada a lidar pela primeira vez com o que significa ser negra naquele país; ele se muda para a Inglaterra, mas diante de uma série de problemas é deportado e volta para Lagos, onde se casa e conquista a desejada estabilidade social. Uma das mais importantes autoras nigerianas do século XXI, Chimamanda Ngozi Adichie parte de uma história de amor arrebatadora para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero. “Um épico intergeracional que confirma a virtuosidade de Adichie, sua empatia sem limites e a acuidade de sua crítica social.” — Dave Eggers
CHIMAMANDA NGOZI ADICHIE nasceu em Enugu, na Nigéria, em 1977. Aos dezenove anos, ela se mudou para os Estados Unidos, onde se formou em comunicação e ciências políticas. É autora dos romances Hibisco roxo, Meio sol amarelo e Americanah. Além destes, a Companhia das Letras publicou no Brasil também seu livro de contos, No seu pescoço, e seus ensaios Sejamos todos feministas, Para educar crianças feministas, O perigo de uma história única e Notas sobre o luto.
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