Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Ao analisarmos o título deste livro – Amar, a Suprema Ciência da Vida –, que visa ao despertar de nosso Cristo interno, já nos é possível deduzir que, com sua leitura reflexiva acompanhada de crísticos devaneios, nos tornaremos mais conscientes de nosso papel diante do momento apocalíptico que atravessamos. E, assim, exercitaremos conscientemente nossa superconsciência, a fim de passarmos por esse fim de ciclo com elegância cristã. Os devaneios sugeridos aqui causarão elevação de frequência às nossas almas, uma vez que mergulharemos mentalmente nas dimensões edênicas habitadas pelos anjos, onde predominam ondas de amor, afabilidade, ternura, brandura, beleza e mansuetude, que mantêm nossa vitalidade psicossomática e produzem efeitos salutares em nossas almas. Ao lermos os textos, de preferência em voz alta, perceberemos que, tomados por sublime entusiasmo e indômita vontade, traremos à nossa memória objetiva o Cristo interno, a centelha de Deus que existe em nós.
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