Como criar um clube de leitura na escola (e por que isso muda tudo)
Clubes de leitura escolares aumentam o engajamento, reduzem o abandono da leitura e criam laços entre alunos. Um guia prático para professores que querem montar o seu.
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Inseridos na algoritmosfera, mantemos uma relação de retroalimentação com os sistemas artificiais à nossa volta. Sistemas de aprendizagem de máquina dependem essencialmente de dados para funcionar. Nossos dados. Quais podem ser, então, os efeitos das trocas que mantemos com esse ambiente digital, que não apenas habitamos, mas que também construímos? Para avançarmos na compreensão da nossa relação com as tecnologias digitais emergentes, tornam-se essenciais as reflexões sobre a mente humana e a nossa atividade cognitiva. Se a aprendizagem humana está para além da aprendizagem de máquina, a mente está para além do cérebro, e a totalidade humana está muito além dos dados e dos algoritmos.
Jornalista pela PUC-Rio (2005) com mestrado em Educação pela PUC-Rio (2019) e doutorado em Educação pela Universidade de Coimbra, Portugal, e a PUC-Rio, em regime de cotutela, com diploma duplo (2023). Especialista em Gestão de Marketing Digital pela FACHA (2009). No doutorado, desenvolvi pesquisa sobre a inteligência artificial e a aprendizagem humana, com foco na autonomia no uso de tecnologias de IA. Adotei uma perspectiva transdisciplinar para a análise das tecnologias algorítmicas de machine learning e big data, com base nas ciências cognitivas. Desenvolvi parte da investigação presencialmente na Universidade de Coimbra por 12 meses como bolsista pelo programa CAPES-Print. Participo do grupo de estudos EMBed EDucation, da Universidade de Aarhus, Dinamarca; do laboratório iNova Media Lab, da Universidade Nova de Lisboa, Portugal, e do GEPFE - Grupo de Pesquisa em Filosofia e Educação da PUC-Rio. Colaborei com o e-Minds Lab, laboratório piloto da Universidade de Coimbra sobre tecnologias de inteligência artificial, robótica e cognição, entre 2017 e 2020. Tenho experiência de 19 anos em projetos digitais inovadores nas áreas de comunicação, educação, arquitetura da informação, user experience, acessibilidade digital. Previamente à minha trajetória como pesquisadora, trabalhei na área de inovação digital no jornal O GLOBO, coordenando o Acervo Digital do jornal; na Oi Telecomunicações, com foco na intranet da empresa; em ONGs, sites de notícias e em agências digitais. Desenvolvi projetos para organizações como British Council, Petrobras, Fundação Roberto Marinho, Museu do Amanhã, ISMART, Ibmec e o site Porvir, entre outras.
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