Os melhores livros de fantasia para entrar de cabeça em outro mundo
Da fantasia épica ao realismo mágico, o gênero tem algo para cada tipo de leitor. Uma seleção dos livros que mais transportam, encantam e viciam, do iniciante ao veterano.
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“A separação trabalho-lazer foi derrotada quando o trabalho se tornou tão massivamente improdutivo e inepto (no derrogatório “terceiro setor”), e o lazer se tornou uma atividade econômica tediosa e fatigante” Em junho de 1987, Guy Debord redigiu o verbete Abolir para a Encyclopédie des Nuisances , uma publicação periódica em 15 fascículos (1984-1992). A enciclopédia, na linha da Internacional Situacionista, ainda que de modo crítico, havia sido anunciada em 1979 com o desafio de manter viva a linguagem crítica e a memória histórica. Abolir é uma ferramenta atemporal posta em papel por Debord, impressa pela primeira vez, em versão bilíngue – com o texto original -, pela sobinfluencia edições. A edição conta com posfácio de Erick Corrêa, doutor em Ciências Sociais, co-organizador de “68: como incendiar um país” (2018) e “Insurgência Viral: autodefesa sanitária e despostismo ocidental (2020), ambos editados pela editora Veneta para a elementar Coleção Baderna.
Guy Debord (Paris, 1931 – Bellevue-la-Montagne, 1994), foi um escritor, teórico, cineasta, poeta e revolucionário francês, conhecido primeiramente por conceitualizar a noção de “espetáculo”. Foi um dos fundadores da Internacional Letrista e, depois, da Internacional Situacionista.
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