Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
Organização Social e Governança do Bello Monte (1893-1897)
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Produto de uma extensa investigação bibliográfica, documental e de campo, este trabalho busca revelar as prováveis formas de organização social, poder e processo decisório do projeto conselheirista de reinvenção do Sertão (Bello Monte, 1893-97) – a Canudos literária - a partir da proposição de um modelo semiológico de análise (tetraedro semiológico das organizações) e da consequente interpretação da autoridade de Antônio Conselheiro como um “coronel com o sinal contrário” ou, parodiando a figura euclidiana do sertanejo, “um coronel pelo avesso”. A pesquisa analisa depoimentos de descendentes dos sobreviventes do conflito, de cronistas testemunhas do episódio e de estudiosos do tema e revela documentos inéditos desse fenômeno de governança que teria dirigido uma organização com impressionantes crescimento demográfico (10 435% em quatro anos) e sistema logístico de abastecimento (na mais árida região da caatinga), além de um surpreendente esforço de resistência militar às forças republicanas, formadas pela metade do efetivo do Exército nacional de então e destacamentos policiais de seis unidades da Federação.
Outros livros de Paulo Emilio Matos Martins
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
Além dos clássicos de gestão, há obras pouco conhecidas que deram vantagem competitiva real a empreendedores de sucesso. Uma lista do que realmente importa, não o que está em todo top 10.
A guerra entre o papel e a tela não tem um vencedor único, depende do leitor e do contexto. Conheça os prós e contras de cada formato e como tirar o melhor dos dois.
Para escolas, universidades, autores e editoras