Como acompanhar a leitura dos alunos sem aplicar prova
A prova de livro é um termômetro ruim: só mede quem leu o resumo. Conheça métodos que avaliam a leitura de verdade e ainda aumentam o engajamento dos alunos.
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Uma obra impactante que serve como um guia filosófico-teológico para o livre-arbítrio das pessoas, sua agência moral e nossa responsabilidade perante Deus. Jonathan Edwards escreveu esta obra em 1754, quando servia em Massachussetts como missionário para uma tribo nativa de índios Housatonic. Edwards, um dos filósofos e teólogos mais proeminentes dos Estados Unidos, trata com profundidade os pontos de vistas contrastantes de calvinistas e arminianos como livre-arbítrio, presciência de Deus, determinismo, agência moral, além de outros assuntos. Para tentar resolver todas essas questões, Edwards usa a Bíblia, as obras filosóficas e também recorre aos pensadores iluministas. Além disso, enfatiza o raciocínio filosófico, mas se esforça para educar seus leitores ao definir termos confusos e explicar passagens controversas com profundidade. A liberdade da vontade é relevante para todo cristão, pois também aborda questões difíceis acerca do desejo, da escolha, do bem e do mal.
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