Os melhores livros paradidáticos para o ensino médio
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Uma Interpretação dos Grandes MíSticos do Oriente e do Ocidente
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A síntese do conhecimento sagrado de todos os tempos Lançado treze anos após o clássico Admirável mundo novo, obra de Aldous Huxley tem nova tradução O termo “filosofia perene” surgiu em 1540, como a ideia de que os conhecimentos místicos de todos os tempos revelassem um tipo de sabedoria primeira, da qual todas as outras seriam provenientes. Ao aproximar as principais obras da espiritualidade oriental e ocidental, Aldous Huxley escreveu A filosofia perene, um estudo de misticismo comparado, com textos de diversas tradições espirituais: zen-budismo, hinduísmo, taoísmo, misticismo cristão e islamismo reunindo trechos comentados de obras como o Tao-Te King, Bhagavad Gita, O livro tibetano dos mortos e muitos outros. Com esta obra, escrita durante a Segunda Guerra Mundial, Huxley pretendia um verdadeiro exercício espiritual contemplativo, aliando conhecimento e prática suprarreligiosa, como uma meditação guiada por recortes acerca de núcleos fundamentais desses saberes milenares. Com tradução de Adriano Scandolara, a obra traz capítulos nomeados como “Verdade”, “Silêncio” e “Fé”, com citações de grandes líderes espirituais que conduzem o leitor a um lugar dentro de si em que essas vozes se tornam vivas.
Aldous Leonard Huxley nasceu em 26 de julho de 1894 no condado de Surrey, na Inglaterra. Pertencente a uma família de tradicionais intelectuais ingleses, estudou medicina e literatura inglesa. Viveu na Itália durante o regime fascista de Mussolini, período que viria a exercer influência sobre seus livros, e anos depois mudou-se para Hollywood a fim de trabalhar como roteirista. Em 1932 publicou o clássico "Admirável mundo novo" e em 1954 narrou suas experiências com mescalina em "As portas da percepção", livros fundamentais para a cultura e as artes. Huxley morreu em 22 de novembro de 1963. Do autor, a Biblioteca Azul também publica "A ilha", "A situação humana", "Contos escolhidos", "Contraponto", "Folhas inúteis", "O macaco e a essência", "Também o cisne morre", "Os demônios de Loudun", "O gênio e a deusa", "O tempo deve parar" e "Sem olhos em Gaza".
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