Ebook ou livro físico: qual é melhor para você?
A guerra entre o papel e a tela não tem um vencedor único, depende do leitor e do contexto. Conheça os prós e contras de cada formato e como tirar o melhor dos dois.
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Em 28 contos que misturam memória e pesadelo, uma série de personagens marcados por experiências traumáticas reconstrói suas próprias narrativas. Em tudo se revela certo mal-estar: na violência de suas relações amorosas ou no mito da amizade masculina; na idealização do sexo, do poder e do trabalho; na religiosidade de cada um. São histórias que, analisadas pelo filtro do horror e da fantasia, nos ajudam a compor um mosaico de nossas brutalidades cotidianas. Há o agenciador de encontros entre um artista e suas fãs, o jornalista que cobre concursos de miss, o menino que busca salvar o pai fascista da depressão, o trabalhador do campo que acorda metamorfoseado em criatura fantástica, o anjo disfarçado de morador de rua. O que eles têm em comum é terem escolhido a palavra como a melhor forma de iluminar o seu passado.
Luís Henrique Pellanda nasceu em Curitiba (PR), em 1973. Escritor e jornalista, é autor dos livros O macaco ornamental (contos), Nós passaremos em branco (crônicas, finalista do Prêmio Jabuti 2012), Asa de sereia (crônicas, 2013) e Detetive à deriva (crônicas, 2016) e organizador dos dois volumes de As melhores entrevistas do Rascunho.
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