Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Em 1933, em plena ascensão do nazismo na Europa, o pensador francês Georges Bataille usa todos os meios disponíveis para “pensar” o fascismo - em vez de apenas o lamentar ou recriminar. Seu estudo utiliza a sociologia de Durkheim, a fenomenologia alemã e a psicanálise freudiana para entender como se forma uma superestrutura social, religiosa, política – cujo teor, no entanto, é psicológico. Ao recorrer ao sagrado e ao inconsciente, explicita a proveniência violenta do movimento, que desemboca em seu poderio fatídico.
Georges Bataille (1897-1962) foi um provocativo escritor, filósofo e crítico literário francês, conhecido por sua abordagem transgressora em relação a temas como erotismo, morte e sacrifício. Influenciado por Nietzsche e Freud, ele fundou revistas como “Documents” e “Acephale”, onde expressou suas ideias heterodoxas sobre a experiência humana. Sua obra mais famosa, “A História do Olho” (1928), chocou os leitores com sua exploração do desejo erótico. Além disso, ele teorizou sobre o erotismo em “O Erotismo” (1957) e investigou temas como religião e excesso em “A Parte Maldita” (1949), deixando um legado duradouro que continua a influenciar pensadores em diversas áreas.
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