Pular para o conteúdo
Religião

A Era de Juliano

Paganismo e Cristianismo no Império Romano

Ver preço na Amazon

Confira edições, preço e disponibilidade na Amazon. Link de afiliado.

1ª Edição - 2021296 páginasContrapontopt
Seja o primeiro a avaliar
Sua leitura na Lireo

Guarde este livro na sua estante

Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.

Registre seu progresso de leitura
Descubra outros leitores do mesmo livro
Participe de clubes de leitura
Organize toda sua biblioteca

Sinopse

No ano 361, o cristianismo completara meio século como religião oficial do Império Romano. Quatro imperadores cristãos já haviam governado em sequência. Embora profundamente dividida por debates esotéricos, ainda em busca de fixar sua doutrina oficial, a Igreja predominava sem contestação relevante nos centros do poder. As religiões antigas perduravam nos campos, mas a grande maioria dos habitantes das cidades do Império já se dizia cristã. Nesse contexto, ascende ao trono um jovem imperador que decide restaurar a civilização helênica e o culto aos seus múltiplos deuses. Embora educado no cristianismo, conhece a fundo o helenismo, pela influência de mestres, por sucessivas viagens, pelo estudo dos neoplatônicos e por outras leituras. Dotado de espírito forte e reto, considera que seu dever é propiciar o retorno ao passado e impedir a consolidação de uma religião que, segundo ele, estava destruindo uma gloriosa civilização. Era Flávio Cláudio Juliano, que entrou para a história como Juliano, o Apóstata, pois a Igreja cristã, que ele combateu sem perseguições, tornou seu nome odioso. Sua vida pública durou somente oito anos, entre 355, quando conduziu uma grande campanha contra as invasões germânicas na Gália, e 363, quando foi mortalmente atingido por uma lança em um combate com os persas. Ao assumir o trono, ele encontrou uma corrupção generalizada no Império cristão e uma Igreja dilacerada pelo conflito de facções. A disputa metafísica em torno de dogmas filosóficos já substituíra o cristianismo simples do Sermão da Montanha, que, na origem, se resumia a normas de conduta e à crença em algumas promessas reveladas por Cristo. A tentativa de salvar o grande Império decadente por meio da refundação do paganismo helênico soa estranha para nós. Mas foi um momento decisivo na história do Ocidente, pois esteve em xeque a adoção do monoteísmo cristão pelo Império Romano, uma guinada não só teológica, mas, antes de tudo, política, que determinou parte importante da história do mundo em que vivemos. Juliano perdeu. As religiões de culto, durante milênios vinculadas a sociedades específicas, acabaram derrotadas, cedendo lugar a uma "religião do livro" dotada de aspiração universal. O jovem imperador passou pelo trono como um meteoro luminoso que, mal começou a brilhar, se apagou. Não teve tempo de deixar uma marca duradoura de sua ação nos fatos e nas coisas. Permaneceram apenas seu ideal utópico, seus textos e os testemunhos dos contemporâneos, em larga medida recuperados pelo historiador Gaetano Negri neste belo ensaio biográfico. César Benjamin

Planeje no seu ritmo

Quanto tempo leva para ler A Era de Juliano?

Esta edição tem 296 páginas. Escolha uma meta diária possível e ajuste o plano conforme a leitura avançar.

Ritmo tranquilo

30 dias

10 páginas por dia

Ritmo constante

15 dias

20 páginas por dia

Ritmo intenso

10 dias

30 páginas por dia

Detalhes do livro

Título
A Era de Juliano
Autor
Gaetano Negri
Editora
Contraponto
Ano
2021
Páginas
296 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9786556390130
Edição
1ª Edição - 2021
Formato
Brochura

Religião

Livros na mesma categoria

Sua vida de leitura

A leitura de A Era de Juliano pode continuar na Lireo

A Lireo é uma plataforma para organizar sua estante, registrar páginas e impressões, publicar resenhas e encontrar pessoas que estão lendo os mesmos livros.

Blog Lireo

Dicas e recomendações para leitores

Soluções institucionais

Para escolas, universidades, autores e editoras