Pular para o conteúdo
Educação

A Educação de Surdos na Cidade de Belo Horizonte

Uma Perspectiva Histórica

1ª Edição - 2023128 páginasApprispt
Seja o primeiro a avaliar
Sua leitura no Lireo

Guarde este livro na sua estante

Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.

Registre seu progresso de leitura
Descubra outros leitores do mesmo livro
Participe de clubes de leitura
Organize toda sua biblioteca

Sinopse

A educação de surdos, como tema complexo, envolve uma história marcada por equívocos e lutas sociais. O Congresso de Milão, realizado em 1880 e que contou com educadores de surdos, proclamou que a língua oral era mais apropriada do que a comunicação gestual. Estudos realizados sobre o Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES) (GOLDFELD, 1997; STROBEL, 2009; MORAIS; CRUZ, 2020; dentre outros) destacam a prevalência do oralismo durante décadas na instituição. Considerando esse percurso histórico, esta pesquisa teve por objetivo investigar a educação dos surdos, tomando como pano de fundo as fases da educação especial propostas por Borges e Campos (2018), ou seja, das classes especiais até a Educação Inclusiva na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. A pesquisa foi desenvolvida na perspectiva histórica de Le Goff (1990), tomando ainda como referência as orientações de Nosella e Buffa (2013), a partir da análise documental, principalmente de fontes primárias, como os boletins Infância Excepcional, a correspondência entre Helena Antipoff e Helena Dias Carneiro, e os prontuários da Escola Estadual Pestalozzi. Além disso, foi realizada uma entrevista semidirigida com dois importantes personagens da história da educação dos surdos em Minas Gerais, o professor Antônio Campos de Abreu e a professora Maria Barbosa Coelho, que são lideranças no movimento pelo reconhecimento da Libras e do bilinguismo dos surdos. Pelas análises realizadas, foi possível perceber que o Instituto Pestalozzi (1935) foi uma das primeiras instituições públicas que se dedicou ao ensino de surdos em Belo Horizonte. Helena Antipoff, idealizadora do Instituto, teve um papel fundamental na escolarização dessas crianças, assim como Ester Assumpção. Nos boletins publicados pela Sociedade Pestalozzi de Minas Gerais observou-se a influência do oralismo. A correspondência de Antipoff revelou sua proximidade com o INES, além disso, os prontuários dos alunos do Instituto Pestalozzi, através do silêncio em relação às práticas educativas, revelaram a pouca ênfase aos aspectos educacionais formais para os surdos. A conclusão do estudo demonstra que a mudança de paradigma do modelo médico para o modelo social da deficiência, por fim, sua luta pelo bilinguismo, foi fundamental para a conquista de direitos pela comunidade surda.

Planeje no seu ritmo

Quanto tempo leva para ler A Educação de Surdos na Cidade de Belo Horizonte?

Esta edição tem 128 páginas. Escolha uma meta diária possível e ajuste o plano conforme a leitura avançar.

Ritmo tranquilo

13 dias

10 páginas por dia

Ritmo constante

7 dias

20 páginas por dia

Ritmo intenso

5 dias

30 páginas por dia

Detalhes do livro

Título
A Educação de Surdos na Cidade de Belo Horizonte
Autor
Tales Douglas Moreira Nogueira
Editora
Appris
Ano
2023
Páginas
128 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9786525049700
Edição
1ª Edição - 2023
Formato
Brochura

Educação

Livros na mesma categoria

Sua vida de leitura

A leitura de A Educação de Surdos na Cidade de Belo Horizonte pode continuar na Lireo

A Lireo é uma plataforma para organizar sua estante, registrar páginas e impressões, publicar resenhas e encontrar pessoas que estão lendo os mesmos livros.

Blog Lireo

Dicas e recomendações para leitores

Soluções institucionais

Para escolas, universidades, autores e editoras