Como criar um clube de leitura na escola (e por que isso muda tudo)
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Fé e Sentimento em um Mundo Sitiado
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O que é cultura? Por que devemos preservá-la? E como?Em A cultura importa, Roger Scruton defende a cultura ocidental contra as críticas internas e os inimigos externos e argumenta que os rumores de sua queda são completamente exagerados, que suas raízes vão além de uma estrutura social que pode ser golpeada pela política e pelos costumes.O autor mostra que cultura ocidental é uma fonte inesgotável de conhecimento moral e o sarcasmo em voga que a classifica como "nada mais que um legado inútil de homens brancos europeus" deve ser permanentemente refutado. Permeando as artes, a filosofia, entre outros itens constituintes de nossa cultura, defende o que T. S. Eliot chamou de "busca comum do verdadeiro julgamento" em contrapartida aos ataques dos novos acadêmicos.Roger Scruton é insistente em seu apelo à nossa civilização, que, mais do que nunca, necessita de autoconhecimento e autoconfiança que somente a cultura tradicional pode oferecer, mostrando, em especial, que aquela liberdade e autonomia que tanto se busca com filosofias confusas e progressismos políticos atabalhoados, já foi alcançada com a clássica cultura ocidental.
Roger Scruton, foi um filósofo e escritor inglês cuja especialidade era a estética. Scruton tem sido apontado como o intelectual britânico conservador mais bem-sucedido desde Edmund Burke. Foi nomeado como Cavaleiro Celibatário pela Rainha Elizabeth II em junho de 2016. Scruton foi educado no Royal Grammar School High Wycombe (1954-1961), do qual foi expulso, pouco tempo antes de ser aceito, como bolsista, na Universidade de Cambridge. Licenciou-se em Ciências Morais (filosofia) em 1965. Tornou-se Mestre de Artes pela faculdade de Cambridge Jesus College em 1967. E ainda se tornou Doutor em Cambridge pela sua tese que tinha por tema a Estética. Scruton foi palestrante e professor de estética no Birkbeck College, Londres, de 1971 a 1992. Desde 1992 ele divide seu tempo entre a Universidade de Boston, o American Enterprise Institute em Washington, D.C., e a Universidade de St Andrews. Em 1982, ele ajudou a fundar o The Salisbury Review, um jornal de política conservadora, que ele editou por 18 anos, tendo fundado também o Claridge Press em 1987. Scruton faz parte do conselho editorial do British Journal of Aesthetics, e é um membro sênior do Ethics and Public Policy Center. Além de sua carreira como filósofo e escritor, durante a Guerra Fria Scruton esteve envolvido no estabelecimento de universidades e redes acadêmicas clandestinas na Europa Central, a qual então permanecia sob controle da União Soviética e, por seus esforços nessa área, recebeu vários prêmios e condecorações.
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