Ebook ou livro físico: qual é melhor para você?
A guerra entre o papel e a tela não tem um vencedor único, depende do leitor e do contexto. Conheça os prós e contras de cada formato e como tirar o melhor dos dois.
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Em maio de 1968, Paris foi uma festa. Um tipo de especial de festa: barricadas, carros incendiados, universidades ocupadas pelos estudantes, que enfrentavam as tropas de choque de De Gaulle nas ruas da cidade. Os muros foram tomados por pichações de palavras de ordem e os mais belos cartazes que uma revolução já produziu. Desde então, milhões de livros foram publicados com as plácidas reflexões de acadêmicos a respeito daquele levante que os surpreendeu tanto. O que este livro apresenta é outra coisa: os manifestos e as avaliações feitas no calor da hora pelos mais radicais dos grupos rebeldes. E traz um grande apanhado do incendiário material gráfico produzido pelos estudantes: cartazes, folhetos e histórias em quadrinhos. Um livro mais perigoso que qualquer coquetel molotov.
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