Literatura africana contemporânea: vozes que o mundo precisa ouvir
A literatura africana vive um momento extraordinário. De Chimamanda a Mia Couto, autores do continente estão entre os mais premiados e relevantes da atualidade.
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12 Cores, mangá de Hisashi Sakaguchi, é uma coleção de contos que usam doze cores diferentes para representar emoções. Um idoso e seu cachorro passam os dias em longas caminhadas contemplativas, uma mesa quebrada que carrega a memória de um antigo relacionamento, um músico de sucesso que amarga uma terrível tragédia. Com essas e outras histórias, Sakaguchi emociona o leitor com narrativas repletas de sensibilidade e poesia, que exploram várias facetas da natureza humana sob diferentes perspectivas.
Nascido em 1946, Hisashi Sakaguchi ingressou na Mushi Production (produtora de Osamu Tezuka) em 1963, quando ainda cursava o ensino médio. Trabalhou na animação, desenho e direção de obras importantíssimas como Astro Boy, Kimba – O Leão Branco, A Princesa e o Cavaleiro, entre outras. Produziu muitos outros contos curtos e foi um precursor da tendência new wave do mercado japonês de mangás no final da década de 1970. Nas décadas de 1980 a 1990, o autor publicou três séries longas que podem ser chamadas de sua trilogia: Ishi no Hana (em tradução livre: “Flores de Pedra”), VERSION e Akkanbe Ikkyu (Ikkyu, publicada no Brasil pela Editora Veneta). Faleceu em 22 de dezembro de 1995, com apenas 49 anos de idade. Em 1996, foi homenageado com o Prêmio de Excelência pela Associação de Desenhistas de Mangás do Japão.
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