Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Autor
é um premiado dramaturgo e roteirista de cinema, TV e quadrinhos. Escreveu a série Big Love, da HBO, por três anos. Também roteirizou e produziu a série musical Glee, é o criador de Riverdale – grande sucesso da Warner, já em sua quarta temporada – e também de O Mundo Sombrio de Sabrina, da Netflix. Para a Marvel, escreveu gibis do Homem-Aranha, Noturno (X-Men), Quarteto Fantástico e muitos outros, e também adaptou em HQ o romance épico de Stephen King, A dança da morte. Suas realizações no mundo do teatro incluem mais de quinze peças produzidas em todo o mundo. Para o cinema, escreveu uma versão de Carrie (2013), baseada no romance de Stephen King, e Assassino Invisível (2014), remake de um clássico cult de 1976. Atualmente está escrevendo a adaptação live-action de Archie para as telonas.
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Dicas e recomendações para leitores
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