Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Autor
Paulo Henriques Britto tem como principal atividade ser avô de Antônio e Gael. Nas horas vagas, atua como professor universitário, tradutor literário e escritor. Já publicou oito livros de poesia — Liturgia da matéria (1982), Mínima lírica (1989), Trovar claro (1997), Macau (2003, publicado em Portugal em 2010), Tarde (2007), Formas do nada (2012), Nenhum mistério (2017) e Fim de verão (2022); dois de contos — Paraísos artificiais (2004) e O castiçal florentino (2021) — e três de ensaios — Eu quero é botar meu bloco na rua, de Sérgio Sampaio (2009), Claudia Roquette-Pinto (2010) e A tradução literária (2012). Antologias de poemas seus foram publicadas em inglês (2007) e em sueco (2014), e sua poesia reunida foi editada em Portugal (2021); seu ensaio A tradução literária foi publicado em espanhol no Chile (2023). Traduziu cerca de 120 livros de autores de língua inglesa, como Jonathan Swift, Charles Dickens, Henry James, V. S. Naipaul, Thomas Pynchon e James Baldwin. Na área da poesia, traduziu Byron, Wallace Stevens, Elizabeth Bishop e Frank O’Hara, entre outros. Também verteu para o inglês dez livros de autores brasileiros, inclusive obras de Luiz Costa Lima, Flora Süssekind e Ferreira Gullar. Ganhou diversos prêmios literários, como o Portugal Telecom (atual Oceanos), o Prêmio Bravo! Bradesco Prime e o Prêmio da Fundação Biblioteca Nacional, bem como o segundo ou terceiro lugar do Prêmio Jabuti em três ocasiões. As incríveis aventuras do super-herói Cupcake Gigante e seu fiel escudeiro Jarbas é seu primeiro livro para o público infantil.
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Dicas e recomendações para leitores
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