Sobre MáRcio
Porto-alegrense (desde 1967) e jornalista (desde 1989), trabalhei em redações de Porto Alegre – Zero Hora, RBS TV (onde fui colega de Paulo Sant’Ana por três vezes) –, São Paulo (Jornal da Tarde) e Rio de Janeiro (Jornal do Brasil). Desde 2010, atuo como produtor cultural e também faço roteiros para documentários. Colaboro ainda com diversas publicações impressas e on-line (O Estado de S. Paulo, Brazil Journal) e também com o site AmaJazz, do qual sou editor. Sou autor dos livros Esse Tal de Borghetinho (Belas Letras, 2015), Rato de Redação: Sig e a História do Pasquim (Matrix, 2022), finalista do Prêmio Jabuti de 2023, e O Que Não Tem Censura nem Nunca Terá: Chico Buarque e a Repressão Artística durante a Ditadura Militar (L&PM Editores). Há mais de três décadas me divido entre letra e música e me inspiro constantemente no ensinamento de Mario Quintana (aquele mesmo de quem Sant’Ana filou cigarros no velório): “Se alguém acha que estás escrevendo bem, desconfia. O crime perfeito não deixa vestígios”.