Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Autor
Jéssica Jardim Rodrigues é mineira, poeta, advogada e professora. Com 29 anos, foi eleita a mais nova imortal da Academia de Ciências e Letras de Conselheiro Lafayette e ocupará a cadeira cujo patrono é o poeta simbolista Alphonsus de Guimaraens.Percebeu nas palavras a possibilidade de abrir os caminhos, os destinos.Sua escrita é carregada de imaginação, fantasia e sentimentos. Se é da natureza humana significar é da natureza dos poetas ressignificar. É assim que descreve o seu trabalho. Uma forma de vestir com nova roupagem o que já existe, trazendo mais leveza e suavidade aos sabores e dissabores da vida.
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Dicas e recomendações para leitores
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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