Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Autor
Gabriela Casellato é psicóloga formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 1995, com mestrado e doutorado em Psicologia Clínica pela mesma Universidade, Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto (LELu), em 1998 e 2004, respectivamente. Especialista em Hipnoterapia Ericksoniana pelo Instituto Milton Erickson de São Paulo e membro do Grupo IPE entre 2001 e 2011. Cofundadora, professora e supervisora do 4 Estações Instituto de Psicologia. Organizadora do livro Dor silenciosa ou dor silenciada? Perdas e lutos não reconhecidos por enlutados e sociedade (Polo Books, 2013), autora de diversos capítulos em livros sobre o tema do luto e consultora ad hoc das revistas de psicologia da USP e PUC-Campinas e da Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia. É coautora do livro A intervenção psicológica em emergências e organizadora e autora de O resgate da empatia, ambos da Summus Editorial e lançados em 2015.
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